quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

E a vida toda eu vou estar rente a você.

Hoje a saudade veio com tudo, uma espécie de avalanche, como a POROROCA.
Saudade da época em que as pessoas curtiam estarem juntas apenas para jogar conversa fora,
falar das besteiras, dos tempos de infância, colar o dever de casa (aquele chato de matemática),
te encorajar para a aula do dia seguinte em que você ia até o quadro por livre e espontanea pressão 
para resolver aquela maldita equação.
Saudade daquelas tardes do basket, dos passeios na orla, dos filmes lá em casa, daquele churrasco desastrado.
De ouvir cazuza ou então qualquer música escrota depois das aulas de educação física beeem cedo, enquanto você lavava a louça do café da manhã.
Saudade de tudo o que era feito ao teu lado, saudade do teu abraço, do teu colo, saudade de beliscar as tuas costelas, ligar pra tua casa, tua mãe atender e me deixar sem graça.
Será que eu continuo sendo a garota dos sonhos dela? 
Melhor que lembrar de tudo isso, é saber que você mesmo distante, continua ao meu lado, continua presente na minha vida, não com a mesma frequência mas, numa intensidade muito maior.
E não são as baladas, os novos amigos, os novos programas e muitas outras novidades que irão me fazer te esquecer. 
É bom saber que você não mudou nada. Continua o mesmo. Com todo esse amor  e carinho por mim
É assim algo recíproco, sem pedir nada em troca, o único interesse é saber como estamos, como vai nossa vida, não fugir, não sair da vida um do outro, estar ali presente quando mais precisar.
Algo a ser lembrado a vida toda?  VOCÊ!


E eu prometo estar rente a você  ininterruptamente,
nossos primeiros passos foram de mãos dadas, e assim sempre será!
MEIO CARENTE...
Meio nem aí pra nada,
Meio preguiçosa,
Meio triste,
Meio assim.. 
Mas PLENAMENTE em PAZ!
O problema é que ela foi e esqueceu de voltar...