O primeiro ratinho, que não sabia nadar, resignou-se a seu cruel destino, despediu-se da vida e morreu afogado.O segundo ratinho, que também não sabia nadar, não se entregou sem lutar: passou a noite inteira esperneando, tentando escapar, e, de manhã, estava salvo, sobre um monte de queijo fresco que o frenético movimento de suas patinhas havia produzido.
Foi salvo pelo jus esperniandi, o direito de espernear.
[RB]
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